sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Graffiti pós-moderno



O que parece obra de super-herói é na verdade a última palavra em street art. Atende pelo nome de Graffiti de luz e com certeza não é uma arte fácil. Para dar a ilusão de desenho luminoso é preciso usar uma câmera manual com exposição prolongada, a olho nu a magia não existe. E quando se fala em exposição prolongada, entenda-se também paciência. Tem casos que o clique com o obturador aberto pode passar de uma hora. Mas o resultado compensa.

domingo, 6 de setembro de 2009

Como se esconder do chefe

Esse comercial russo ensina técnicas muito úteis de camuflagem para serem usadas no local de trabalho. Olha, mudou minha vida!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Nietzsche no Orkut



"Um novo conceito de reality show, onde os participantes dividem-se em duas equipes que têm suas crenças religiosas colocadas a prova em um confronto niilista e sem perspectiva alguma!" Hahaha... Muito bom. A comunidade é de um tal Gordo Nerd, mesmo criador da impagável Autores que têm fãs escrotos, cuja foto de ilustração tem o Caio Fernando Abreu. "Um ícone nesse aspecto." Assino embaixo!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

"Cidade calamitosa, quase guerra civil..."

Rio e Tóquio estão na frente na disputa das Olímpiadas de 2016. Obviamente a cidade não tem a menor condição de ganhar. Mas não dá pra negar que o vídeo ficou bonito.




Dica: Ctrl + C, Ctrl + V do Tiago. Hehehe

No tempo que era engraçado, o Casseta & Planeta também fez a sua versão para Cidade Maravilhosa, canção símbolo de um Rio que já viveu tempos melhores. Pode não ser tão bela, mas pelo menos é irônica e se aproxima da realidade.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Dia do Sexo

Uma curiosidade ordinária: 6 de setembro, domingo agora, é o Dia do Sexo. Vocês sabiam disso? Nada mais justo que uma data tão especial como essa seja comemorada em grande estilo. Aí vale amiga(o), namorada(o), desconhecida(o) ou até uma árvore jeitosinha. E abaixo todo preconceito! Bom, para celebrar a data, o Prezepada toca um pancadão irado de um velho que sabe tudo de séquiço.

Mexeu com a Xuxa, mexeu comigo!

Depois que a Sasha escreveu "cena" com "s" em seu Twitter, destruir a auto-estima da bichinha parece ter se tornado a última febre da rede social. Em defesa da cria, Xuxa justificou a estupidez da filhinha dizendo que a pimpolha estuda em colégio americano. Lógico que a esnobada não deu muito certo. Mas o esquadrão em defesa da "Rainha" já anda ouriçada. Veja só...


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Arroz de velório



A revista Trip desse mês traz uma matéria inusitada com um senhor fascinado por enterros. Jaime Dias Sabino tem 85 anos, é funcionário da prefeitura de Nilópolis e não perde um velório por nada, ainda mais se for de alguém famoso. A matéria, bem interessante, só faltou dizer que seu Jaime é um dos mais tradicionais papagaios de pirata da tv. Basta ligarem a câmera para uma transmissão ao vivo que lá ele vai estar. Sua onipresença beira o sobrenatural.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Barba , cabelo e bigode



Tenho a impressão de que certas coisas só acontecem na Índia. Afinal, em que outro lugar uma simples ida ao barbeiro pode tornar-se uma experiência telúrica? Lá o corte de cabelo é seguido por uma exótica massagem na cabeça cuja sessão pode durar até uma hora, e segundo os indianos, é altamente relaxante. A prática, chamada de shiroabhyanga, guarda propriedades terapêuticas e faz parte da rica cultura indiana há 5 mil anos.

sábado, 22 de agosto de 2009

Feios, sujos e malvados: os excessos dos Rolling Stones no documentário Cocksucker Blues



Está circulando na rede o anárquico documentário da excursão americana de 1972 dos Rolling Stones. O filme dirigido por Robert Frank, que tem o sugestivo nome de Cocksucker Blues, foi lançado em 1976 e depois pulou para a gaveta do esquecimento. O motivo seria seu conteúdo inflamável, com sexo, drogas e... você sabe. A melhor parte da ação acontece nos bastidores. Tem passagens curiosas, como quando Keith Richards joga uma televisão pela janela de um hotel, por puro capricho, pouco antes de abandonar o quarto. Sem saber do prejuízo, a gerência inocentemente o recebe no hall para uma tietagem explícita. Ou quando encostam em um bar de beira de estrada e encontram Muddy Waters jogando sinuca.

Uma das sequências mais polêmicas é a que mostra Mick Jagger cheirando cocaína no meio de um sexo grupal. Outra é quando um dos agregados da banda, amigavelmente, estupra uma groupie. A camera chega a focalizar o resultado do pós-coito escorrendo pelas costas da garota, enquanto Keith, Mick e outros estão rindo, bebendo e batucando um "samba pra inglês ver" com os instrumentos que tinham acabado de comprar no Brasil para incluir em Sympathy for the Devil.

O interessante é que a música que dá origem ao filme permaneceu inédita. Aliás, por que Cocksucker Blues? Bom, em 1970, os Rolling Stones já estavam com tudo acertado para assinar com a Atlantic Records quando sua antiga gravadora, a Decca Records, os obriga a gravar mais uma música por exigência contratual. Então, de pirraça, Mick Jagger compôs Cocksucker Blues, uma música tão cheia de palavrões que permaneceu nos cofres da Decca anos a fio. A primeira, das nove partes do documentário, já saiu do ar, mas se você correr pode pegar o restante.

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