sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
7 bilhões em ação
Com a expectativa de que a população mundial chegue a 7 bilhões de pessoas em 2011, a revista National Geographic aproveita o tema para mostrar os problemas gerados pela explosão demográfica num futuro nem tão distante.
Feliz Ano Velho
Como era o Ano Novo na primeira década do século 20. A bebedeira é do tempo da vovó com dente.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Gaiarsa só pensa naquilo...
O psiquiatra José Ângelo Gaiarsa faleceu em outubro passado, com 90 anos. Ele foi pioneiro ao introduzir as teorias de Carl Gustave Jung no Brasil e também foi responsável por divulgar as teses do ideólogo da revolução sexual, William Reich. Sua importância foi recordada na edição de dezembro da Revista da Cultura.
De 1983 a 1993, ele ficou famoso ao dar conselhos emocionais e analisar ao vivo as donas de casa no programa Dia-a-Dia, da Rede Bandeirantes. Eu lembro dele nessa época, aterrorizando as senhorinhas com pensamentos polêmicos. Para escândalo de muitos, Gaiarsa criticava abertamente a estrutura familiar clássica e defendia que o casamento só se mantém com traição.
Na série de vídeos abaixo ele fala sobre sexo, relacionamento e o papel do homem e da mulher na sociedade, entre outros assuntos.
26 anos de Rock In Rio
O Arquivo N relembra os 26 anos do primeiro grande festival de música no Brasil, o Rock In Rio. Músicos e jornalistas que estiveram lá falam porque a primeira edição foi tão especial.
O incrível mendigo com voz de ouro
No jargão jornalístico faits divers são fatos curiosos que fogem do habitual, do tipo que dão um nó na cabeça e fazem a gente não acreditar no que leu. Carlos Heitor Cony é um dos que adoram fait divers. Ele acha divertido quando a realidade parece mais absurda que a ficção.
A história de Ted Williams é um exemplo disso. Um mês atrás ele mendigava numa auto-estrada do estado americano de Ohio. Pedia esmola e carregava um cartaz dizendo possuir “o dom da voz dado por Deus”. Até que um repórter de um jornal local o descobriu, fez um vídeo com ele e postou no Youtube há quatro dias. Desde então Ted já foi visto por mais de 11 milhões de pessoas e se tornou uma celebridade instantânea.
Agora não faltam convites de emprego. Após o sucesso repentino ele recebeu propostas de empresas grandes como MTV, ESPN e a liga de futebol americano. Mas ontem ele assinou com um time de basquete, para ser locutor dos jogos.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
A música que ninguém conhece
Hollywood adora um final feliz numa festa de Ano Novo, e diversos filmes terminam desse jeito (o meu favorito é esse aqui). E pode reparar, a música de fundo é sempre a mesma. Essa canção se chama Auld Lang Syne e foi escrita no século 18 pelo poeta escocês Robert Burns. Ela faz parte da tradição do Ano Novo nos países de língua inglesa, por isso é tão popular por lá. A letra fala de antigas amizades e pode ser entendida como "pelos velhos tempos", no tipo de expressão que antecede um brinde. Os americanos a chamam cinicamente de "a música que ninguém conhece" porque apesar de sua melodia ser bem famosa, poucos sabem toda a letra.
Apesar de não tocar no réveillon brasileiro, Auld Lang Syne ganhou uma bonita versão de Alberto Ribeiro e Braguinha, chamada Valsa da Despedida.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Adeus a Billy Taylor
Em homenagem ao compositor e músico de jazz Billy Taylor que partiu ontem aos 89 anos, a inspiradíssima versão de Nina Simone para sua canção mais conhecida, I Wish I Knew How It Would Feel To be Free. Grande som, Billy.
Papai Noel existe
Ainda contagiado pelo espírito natalino, o Boston Globe publicou uma série de fotos espetaculares do natal pelo mundo.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
O mico natalino de Guerra nas Estrelas
Há muito tempo, numa galáxia distante... Guerra nas Estrelas pagou um mico pavoroso, maior que o próprio universo. Em 1978, o canal CBS resolveu pegar carona no mega sucesso do primeiro Star Wars e levou ao ar na TV americana The Star Wars Holiday Special. Um especial de natal tão ruim que qualquer filme da nova trilogia com Jar Jar Binks seria considerado um épico.
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