quinta-feira, 28 de outubro de 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O Brasil depois de Lula



Os oito anos do governo Lula chegam ao fim e a Piauí trouxe uma interessante análise sobre seu legado para o Brasil.  O artigo compara os feitos do presidente ao New Deal americano, programa de recuperação econômica  implementado pelo governo Roosevelt que fez uma verdadeira reforma diminuindo as desigualdades sociais nos Estados Unidos após a Grande Depressão. A análise é bem otimista quanto ao futuro brasileiro, vamos torcer pra que tudo dê certo! Leia aqui na íntegra. 


"Conjunto de programas iniciados na primeira Presidência de Franklin D. Roosevelt para fazer frente à crise de 1929, o New Deal permitiu um salto na qualidade de vida dos pobres e propiciou maior igualdade entre os cidadãos americanos. Ter instaurado tal ambiente é um legado dos dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele pode moldar o “marco regulatório”, para usar uma expressão do mundo jurídico, no qual ocorrerão as próximas disputas eleitorais. Isto é, partidos e candidatos divergirão quanto aos meios, mas os fins estão fixados de antemão.

Nesse caso, as eleições brasileiras de 2002 e 2006 poderão ser vistas, no futuro, como o início de um longo ciclo político, semelhante ao que aconteceu com as vitórias de Roosevelt em 1932 e 1936. Na primeira eleição (1932, 2002), formou-se uma nova maioria. Na segunda (1936, 2006), em uma votação de continuidade, a coalizão majoritária se manteve, mas com uma troca de posição importante no apoio ao presidente. Em ambos os casos (Roosevelt, Lula), a troca de apoio decorreu da política levada a cabo no primeiro mandato: a classe média se afastou do presidente, mas eleitores pobres tomaram o seu lugar.

Durante a vigência do ciclo, é possível até haver troca de partidos no poder. Foi o que ocorreu em 1952 e 1956, com a vitória republicana. Mas ela não implicou abandono dos grandes objetivos nacionais: a diminuição da pobreza e o incremento da igualdade. De acordo com o cientista político John Berg, as eleições de realinhamento “têm o potencial de definir um novo tipo de política, um novo conjunto de clivagens, que pode durar décadas”."



terça-feira, 26 de outubro de 2010

Samba da Bolinha de Papel


No partido alto, Tantinho da Mangueira diz: "Deixa de ser enganador/ Foi  bolinha de papel/ Não fere nem causa dor". Genial!

Que falta faz um Drummond


Especial sobre Carlos Drummond de Andrade que passou no Arquivo N, da Globo News, na época em que se recordava os 20 anos de sua morte. O programa tem entrevistas deliciosas com o poeta. Drummond fala com muita informalidade sobre poemas, seu trabalho como servidor público e revela um lado gozador pouco conhecido. A sabedoria e a poesia do poeta fazem uma tremenda falta nos tempos atuais.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Santo do pau oco

No vale-tudo que tem sido a campanha eleitoral, o candidato José Serra apela até para as instâncias superiores na busca pelo poder. A matéria da Isto É denuncia as baixarias do tucano usando a fé para conquistar votos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O olhar feminino na MPB


Já falei aqui outras vezes sobre o ótimo programa História Sexual da MPB, que vai ao ar quarta-feira, meia-noite, no Canal Brasil. Nesse episódio da nova temporada o foco da vez são as compositoras.
As poucas mulheres que ousavam compor nos anos 50 escreviam letras sofridas, de esposas traídas e amélias cheias de culpa. O panorama só mudaria na década seguinte, quando as vozes femininas se levantaram contra o machismo e novos talentos foram revelados.

Serra, um fingidor


A Globo está fazendo da bolinha de papel uma fita banana... Dessa vez eles chamaram o perito Ricardo Molina para analisar o objeto que deixou o candidato José Serra 24 horas de molho. No final o perito enche a boca pra dizer que o dano foi provocado por um ROLINHO DE DUREX. Ah, tá! Agora sim justifica o exame de ressonância magnética.

Frase pinçada do Twitter:
"Lula perdeu o dedo, Dilma venceu o câncer. Serra leva uma bolinha de papel e pede uma tomografia..."

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

"And the Oscar goes to... José Serra"


A agressão sofrida por José Serra, ferido com uma BOLINHA DE PAPEL(!!!!!), não causou lesões no candidato. Ontem mesmo, Serra foi levado de helicóptero para uma clínica carioca, onde fez uma tomografia computadorizada.
Hoje pela manhã, recuperado da tonteira provocada pela BOLINHA DE PAPEL, o candidato comentou em seu Twitter: "Muito obrigado a todos vocês que se preocuparam comigo. Estou bem, mas por recomendação médica tive que parar por 24hs".


O SBT, no vídeo aí em cima, deixou claro o rídiculo do episódio. Já a Globo noticiou a matéria um pouquinho diferente. Hummm, sinto cheiro de oportunismo no ar...

Facebook x Orkut


Quem ganha essa disputa?

Palavra da moda

Saiu no Terra Magazine uma matéria interessante analisando os vernáculos que a imprensa nacional pega pelo rabo e viram moda. A última foi "resgatista", em função do episódio dos mineiros no Chile. O barato é que a palavra nem existe! Como diria o Cléber Machado: "Pode, Arnaldo?"