Uma curiosidade ordinária: 6 de setembro, domingo agora, é o Dia do Sexo. Vocês sabiam disso? Nada mais justo que uma data tão especial como essa seja comemorada em grande estilo. Aí vale amiga(o), namorada(o), desconhecida(o) ou até uma árvore jeitosinha. E abaixo todo preconceito! Bom, para celebrar a data, o Prezepada toca um pancadão irado de um velho que sabe tudo de séquiço.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Mexeu com a Xuxa, mexeu comigo!
Depois que a Sasha escreveu "cena" com "s" em seu Twitter, destruir a auto-estima da bichinha parece ter se tornado a última febre da rede social. Em defesa da cria, Xuxa justificou a estupidez da filhinha dizendo que a pimpolha estuda em colégio americano. Lógico que a esnobada não deu muito certo. Mas o esquadrão em defesa da "Rainha" já anda ouriçada. Veja só...
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Arroz de velório

A revista Trip desse mês traz uma matéria inusitada com um senhor fascinado por enterros. Jaime Dias Sabino tem 85 anos, é funcionário da prefeitura de Nilópolis e não perde um velório por nada, ainda mais se for de alguém famoso. A matéria, bem interessante, só faltou dizer que seu Jaime é um dos mais tradicionais papagaios de pirata da tv. Basta ligarem a câmera para uma transmissão ao vivo que lá ele vai estar. Sua onipresença beira o sobrenatural.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Barba , cabelo e bigode
Tenho a impressão de que certas coisas só acontecem na Índia. Afinal, em que outro lugar uma simples ida ao barbeiro pode tornar-se uma experiência telúrica? Lá o corte de cabelo é seguido por uma exótica massagem na cabeça cuja sessão pode durar até uma hora, e segundo os indianos, é altamente relaxante. A prática, chamada de shiroabhyanga, guarda propriedades terapêuticas e faz parte da rica cultura indiana há 5 mil anos.
sábado, 22 de agosto de 2009
Feios, sujos e malvados: os excessos dos Rolling Stones no documentário Cocksucker Blues
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Está circulando na rede o anárquico documentário da excursão americana de 1972 dos Rolling Stones. O filme dirigido por Robert Frank, que tem o sugestivo nome de Cocksucker Blues, foi lançado em 1976 e depois pulou para a gaveta do esquecimento. O motivo seria seu conteúdo inflamável, com sexo, drogas e... você sabe. A melhor parte da ação acontece nos bastidores. Tem passagens curiosas, como quando Keith Richards joga uma televisão pela janela de um hotel, por puro capricho, pouco antes de abandonar o quarto. Sem saber do prejuízo, a gerência inocentemente o recebe no hall para uma tietagem explícita. Ou quando encostam em um bar de beira de estrada e encontram Muddy Waters jogando sinuca.
Uma das sequências mais polêmicas é a que mostra Mick Jagger cheirando cocaína no meio de um sexo grupal. Outra é quando um dos agregados da banda, amigavelmente, estupra uma groupie. A camera chega a focalizar o resultado do pós-coito escorrendo pelas costas da garota, enquanto Keith, Mick e outros estão rindo, bebendo e batucando um "samba pra inglês ver" com os instrumentos que tinham acabado de comprar no Brasil para incluir em Sympathy for the Devil.
O interessante é que a música que dá origem ao filme permaneceu inédita. Aliás, por que Cocksucker Blues? Bom, em 1970, os Rolling Stones já estavam com tudo acertado para assinar com a Atlantic Records quando sua antiga gravadora, a Decca Records, os obriga a gravar mais uma música por exigência contratual. Então, de pirraça, Mick Jagger compôs Cocksucker Blues, uma música tão cheia de palavrões que permaneceu nos cofres da Decca anos a fio. A primeira, das nove partes do documentário, já saiu do ar, mas se você correr pode pegar o restante.
50 anos de Kind of Blue
No dia 2 de março de 1959, sete músicos entraram em uma velha igreja em Nova York transformada em estúdio sem saber exatamente o que fariam ali. O líder, Miles Davis, tinha algumas idéias, alguns temas, alguns acordes e pouco mais. As instruções que deu aos outros músicos - entre eles Bill Evans, John Coltrane, Cannonball Adderley e Paul Chambers - não iam muito além de "sole dois chorus", segundos antes deles começarem a tocar.Com excepção de uma faixa, tocada duas vezes, tudo foi registado no primeiro take, de maneira espontânea.
Assim surgiu Kind of Blue, um dos mais inspiradores álbuns da história, que no dia 19 de agosto completou 50 anos. O disco marcou a criação do jazz modal, que é baseado em escalas ao invés de acordes, e dá mais ênfase à melodia. Para chegar tão longe, Miles foi influenciado pelo livro Lydian Chromatic Concept of Tonal Organization, de George Russell. Com as mudanças trazidas por Kind... nasceu o Cool Jazz, mas aí já é um outro assunto.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Benny e o som do Swing
Benny Goodman & sua Orquestra fizeram do swing um ritmo irresistível para a América dos anos 1930, contagiando hordas de jovens brancos da costa leste à meio-oeste, que até então nunca tinham ouvido aquele som tocado em bares e dancings frequentados por negros. Mas para muitos, inclusive eu, suas melhores performances são a frente do trio, formado pelo melhor pianista de jazz de todos os tempos, Teddy Wilson, mais o vigoroso Gene Krupa na bateria. Ou o quarteto, com a participação do genial Lionel Hampton no vibrafone.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
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